quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ah Ah Ah Ah! =D


Amo uma boa gargalhada. É daquelas coisas que me dá mesmo gozo, sobretudo se for daquelas que não consigo controlar, que se solta sem pedir licença e que não parece ter fim.
Soltar uma dessas, quase ficando sem fôlego, pode muito bem representar o melhor momento de um dia!
Não estou a falar de uma gargalhada qualquer… Estou mesmo a referir-me àquelas explosões que nos fazem agarrar à barriga e fechar os olhos, cheia de rugas de expressão, but who cares?! Estão a ver?
Tenho uma amiga que está a ver de certeza. É a dona das gargalhadas mais estridentes e contagiantes que conheço. As melhores…!
Quando ela solta uma destas, abre e fecha as narinas e chora!
Só de a imaginar, já me estou a rir! É tão engraçado. E era tão especial gargalhar com ela na infância a ponto de soltar leite pelo nariz ou de ter que fugir a correr para a casa de banho… É que era mesmo assim!
Não faço ideia do que nos fazia gargalhar a esse ponto, não me lembro, nem é isso que conta para a recordação ser forte e bonita, mas não devia ser preciso muito, afinal éramos crianças e crianças bem divertidas!
Se me perguntarem porque é que gargalhei desta maneira da última vez, já nem sei, pois é, precisamente esse, o poder que uma gargalhada tem, a sua espontaneidade… Dá cá um gozo…! Parece que por minutos saímos de nós e pairamos num outro mundo, de fantasia, rodeados de estrelinhas…
Por alguma razão se diz que rir faz bem à saúde. À minha faz maravilhas, de certeza! Pudesse eu gargalhar assim todos os dias e viveria até aos cem!
Acontece, porém, que como tudo o que dá verdadeiro prazer, também uma gargalhada não é gratuita ou trivial. Uma destas, só se solta perante alguém especial, num momento especial e daí ser sempre única.
Que sensação espetacular! Ficar-nos a doer as bochechas, a barriga e faltar-nos o ar…!
E, sim, há muitas outras formas de nos faltar o ar. Contudo, esta está seguramente no topo da minha lista de sensações a colecionar!








Sofia Cardoso
18 de novembro de 2014

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