quarta-feira, 29 de julho de 2015

Nó(s) em Festa!

Dizem que o melhor da festa é esperar por ela… Não neste caso, em que o melhor foi sem dúvida vivê-la.
Na verdade, posso assegurar que foi a melhor festa de casamento sem casamento a que alguma vez fui. Vá, sem casamento é como quem diz, porque até cerimónia houve. Qual igreja ou conservatória… Um barquinho no meio da piscina é outra história!
De resto, como tão certo diz o Joaquim na sua edição especial, este não é de todo um casamento civil ou religioso é, realmente, muito mais do que isso: é um casamento feliz! Amei esta tão profundamente simples definição.
E a felicidade contagia. Estávamos todos tão radiantes… Dos "marujos de barba rija" às "marinheiras boazonas". Verdade, tripulação?
Um sentimento genuíno, amadurecido, merece ser comemorado num evento tudo menos aborrecido, porque repetido, daqueles mais do mesmo. Não!
Felizmente, os noivos que também são artistas (ah, pois é…!) tiveram olho para a coisa e de uma soma de regras, com a ajuda incansável e iluminada de duas amigas da pesada, fizeram uma cena original que meteu num canto qualquer casamento convencional.
O uniforme logo aquando do embarque, temático, confortável e tão prático…
A graciosidade e simpatia da Raquel que a todos hipnotizou com cada movimento que o seu corpo recriou…    
Um ramo de noiva provocadoramente inédito, apanhado com euforia pelo único homem que a trincá-lo se atreveria...
O discurso do comandante marido que passou o essencial a pente fino, de forma emocionante e emocionada, deixando a maioria das miúdas com a lágrima entalada…
Cada um dos simbólicos presentes em que, artistas ou não, cada um dos convivas se empenhou e de forma tão animada, como saborosa ou comovente, apresentou.
A foto do Nó a servir de inspiração à maioria e trabalhada de formas tão diferentes, só comprova que a cumplicidade entre os nubentes inspirou muitas mentes, que  acabaram por ser, também, cúmplices inconscientes. Muito bom!!! Aquela foto marcou o grupo e ficará gravada na memória de todos e eternizada numa qualquer divisão que, sob um olhar descontextualizado, poderia parecer narcisista mas que simbolizará exatamente o oposto: uma homenagem multiplamente altruísta.    
Não sei onde foram parar os lindos balões que deram asas às nossas/vossas emoções mas desejo que a vossa felicidade seja sempre assim: colorida, sem limites, sem medo de voar em direção ao infinito.
Foi, de facto, um dia mesmo, mesmo, MESMO MUITO bonito…!








Sofia Cardoso
25 de julho de 2015

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